terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ferias!?


Pensando bem, melhor esperar um pouco e descançar esquecer o computador, o trabalho não para, muitas coisas acumuladas e pouco tempo para escrever, sabe!? Sem vontade mesmo.
Tenho algo já para escrever só que não to afim, vou comprar um cachorro, beber umas cervejas e andar na minha bike e em MARÇO volto a escrever algo sobre algo.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Mosteiro

A História
A história da fundação do Mosteiro Cisterciense de Claraval se mistura com a história da cidade.Tudo começou quando o Bispo de Guaxupé, D. Hugo Bressane visitava Roma e foi até o Mosteiro de Casamari (Itália).Lá ele expos a D. Nivardo Buttarazzi, abade do mosteiro na época, sua intenção de ter na sua diocese uma comunidade de religiosos, sugerindo como lugar de instalação a vila de Garimpo das Canoas.Garimpo das Canoas er a distrito de Ibiraci, e é como era conhecida Claraval, antes de sua emancipação - posuía em 1950 cerca de 4000 habitantes,sendo uma economia agraria , já que a maioria da população era rural, o comércio era dominado pelos sírios-libaneses.Assim D. Nivardo gostou da idéia de mandar para o Brasil os seus monges para abrir uma nova sede.Então em 1950 chegava a Garimpo das Canoas os monges cistercienses destinados a esta paróquia: o prior Pe. Pedro Agostini, Pe. Justino, Pe. Carmelo e Ir. Nivardo.Um dos priemiros problemas que os monges infrentaram ao chegar no Brasil, foi o idioma, já que não falavam nada em português, o clima também foi outro problema, entre outros como: precariedade das instalações, falta de saneamneto básico, falta de mão-de-obra especializada e materiais de construção... Já que a vila era muito pobre, ela dependia de outras cidades, para adquirir materiais e pessoal para a construção do mosteiro.A pedra fundamental do mosteiro foi lançada em 1951 e no ano seguinte começaram os trabalhos de fundação.A parte do porão do mosteiro foi construído com pedras do próprio morro onde ele foi construído, pedras de mais de três toneladas retiradasna maõ, pois na época adquirir maquinas era muito dificil.Os tijolos foram feitos no próprio local, assim como todos os elementos decorativos. Não havia mão-de-obra especializada e os próprios paroquianos ajudaram na construção dirigida por Francisco Miglioranza. De modo geral todas as dificuldades foram vencidas pelo ânimo dos monges e principalmente dos moradores.Em março de 1969, o Mosteiro é inaugurado e já se encontra em condições de receber e hospedar os primeiros jovens que desejavam seguir a vida monástica cisterciense. A vinda dos monges para a cidade ajudou muito no seu desenvolvimento. D.Pedro Agostini foi quem fez a proposta de emancipação do distrito de Canoas, que em 1954 tornou-se município, passando a se chamar Claraval, nome da famosa Abadia que São Bernardo fundou na França. Em 1970, com a ajuda da Alemanha os monges deram início a perfuração do poço artesiano e também a energia elétrica foi conseguida pelo pintor e monge D Agostinho Caputi, que presenteou o governador de Minas Gerais, na época J.K. ,com uma de de suas telas, impressionado J.K. recompensou Caputi com a instalação da energia elétrica em Claraval e por fim os monges construíram o prédio onde hoje funciona o hospital (ambulatório) da cidade.A Santa Sé examinando as circunstâncias, as condições físicas e os recursos humanos disponíveis, nomeia (pelo Papa Paulo VI) o primeiro Abade para Claraval, D. Giuseppe Pietro Agostini, tendo como Prior Padre Carmelo Récchia. E em 30 de novembro de 1969 D. Ângelo Neto, Arcebispo de Pouso Alegre-MG, instala solenemente a nova Abadia Nullius de Claraval.Foram acolhidos no ano em que foi inaugurado o Mosteiro de Claraval vinte e três jovens, todos pertencendo a regiões próximas e com graus de conhecimento diferenciados. Surgiram várias dificuldades, principalmente em relação aos estudos que deveriam ser ministrados a estes jovens. A solução apresentada foi mandar estes jovens estudarem em Franca-SP. Porém, muitas outras dificuldades foram surgindo, pois era preciso levá-los todos os dias e a estrada estava ainda sem asfalto.Foi organizado então o Seminário São Bernardo do Mosteiro de Claraval sob a orientação de um monge vindo da Abadia de Casamari (Itália), para servir como primeiro Reitor daquele Instituto. Então em 9 de dezembro de 1972 chega ao Mosteiro, vindo da Itália, o Padre Mauro Cavallo para formar os futuros candidatos à vida monástica.Neste ano, devido à precariedade da saúde de D. Pedro, o Papa Paulo VI nomeia Padre Carmelo Récchia Administrador Apostólico, tendo já D. Pedro partido para a Itália a fim de tratar-se. E no dia 4 de janeiro de 1973 morre D. Pedro.No dia 7 de dezembro de 1976, Padre Carmelo Récchia é nomeado e em 25 de março de 1977 é sagrado Abade. Em 1999 renuncia e a Santa Sé nomeia D. Orani João Tempesta como Administrador Apostólico e Padre Mauro Cavallo se torna Prior do Mosteiro. Em 2002 houve a extinção do título de Abadia Territorial. O Mosteiro de Claraval tem hoje Padre José Carlos Carvalho como Prior e a Igreja pertence como Paróquia à Diocese de Guaxupé-MG.Atualmente, no Brasil se têm cinco mosteiros cistercienses masculinos, três femininos e um mosteiro Cisterciense da Estrita Observância, os Trapistas.

Fonte: http://www.mosteirodeclaraval.com.br/

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Australian cattle dog


O boiadeiro autraliano, ou Australian cattle dog (ACD), foi criado durante o século XIX na Austrália. No início do século XIX, uma variedade de cão inglesa, chamada de smithfield, atualmente extinta, que era um cachorro próximo ao bobtail, foi levado da Inglaterra para a Austrália para trabalhar nas fazendas. Porém estes cães ingleses não se adaptaram ao trabalho no clima árido e quente do interior da Austrália e por isto foram cruzados com os cães selvagens australianos, os dingos. Os cães resultantes destes cruzamentos não se mostraram adequados ao trabalho com o gado pois eram agressivos com os animais e acuavam o gado assustando-o sem guiá-lo. Nesta época muitos cães continuavam sendo importados para a Austrália, especialmente vindos da Inglaterra, por fazendeiros australianos, um destes fazendeiros, Thomas Hall, havia importado um casal de collies de pêlo curto, mas eles também não haviam se adaptado bem ao clima australiano. Thomas Hall resolveu cruzar seus collies com os mestiços de dingo e smithfield existentes em sua fazenda, a partir destes cruzamentos começou a surgir um interessante cão de fazenda, capaz de trabalhar bem no clima australiano e muito inteligente. Estes cães apresentavam uma maneira própria de conduzir o gado, mordiscando seu calcanhar e por isso receberam o nome de Heeler (”heel” do inglês significa calcanhar). Para melhorar a relação entre os heelers e os cavalos (eles tinham tendência a morder os calcanhares dos cavalos assustando-os) eles foram misturados com cães da raça dálmata (famosos por sua relação com os cavalos). Também acredita-se na participação do bull terrier, raça muito popular na época, que teria sido misturada ao heeler para aumentar sua coragem. Alguns também afirmam que houve a participação do kelpie durante a formação da raça. O boiadeiro autraliano foi reconhecido por volta de 1890.
Embora seu nome atual seja o de boiadeiro autraliano, às vezes também é chamado de “Blue heeler” ou “Red heeler” dependendo de sua cor (blue = azul e red = vermelho). Apesar de sempre apresentar cor “azul” ou “vermelha”, todos os boiadeiros nascem brancos, uma herança da raça dálmata, a cor só aparece após uma semana de vida. Seu latido é bastante peculiar e muitos donos falam que lembra o pio de uma coruja. Uma outra particularidade da raça, que muitos donos relatam, é a sua grande longevidade.
Este cão é resistente e vigoroso, capaz de trabalhar continuamente sob o sol forte sem se cansar. Os boiadeiros são muito apegados ao seu dono, fieis, bastante atentos, corajosos e desconfiados com estranhos, características que fazem dele um bom cão de guarda além de boiadeiro e companheiro. Cães desta raça são bons com crianças, companheiros incansáveis de brincadeiras. O boiadeiro australiano é um cão inteligente e obediente, habituado a trabalhar em parceria com o homem (10ª colocação no ranking de inteligência canina de Stanley Coren). A raça é atlética e com grande habilidade para o salto, se saindo bem em competições de agility e flyball.
Os boiadeiros australianos são cães rústicos, ativos e dinâmicos, que precisam de muito espaço e exercício. Devem ter a possibilidade de gastar sua enorme energia diariamente ou certamente desenvolverão problemas de comportamento. Cães desta raça não devem ser mantidos presos e nunca devem ser criados em apartamentos. Uma escovação semanal basta para a manutenção do seu pêlo. Esta é uma raça muito saudável, contudo alguns exemplares podem apresentar problemas de atrofia progressiva da retina, surdez congênita ou luxação de patela, estes são problemas genéticos que podem ser evitados com a escolha consciente do filhote e dos pais da ninhada.
fonte: seucachorro

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Andorra

O Principado de Andorra é um dos menores países do mundo (468 km²). Situado nos Pireneus, sudoeste da Europa, entre a França e a Espanha. A tradição relata que Carlos Magno libertou Andorra do domínio mouro, no século 9. De 1278 a 1993, os andorranos viveram sob um regime singular de co-principalidade, sob controle da França e da Espanha. Em 1993, Andorra tornou-se uma democracia parlamentar.
Economia:
O turismo responde por aproximadamente 80% da economia de Andorra. Cerca de 9 milhões de turistas visitam o principado anualmente, atraídos pelos resorts. Sendo um paraíso fiscal, o setor bancário também é muito importante economicamente. Para produtos manufaturados, Andorra participa da união alfandegária da União Européia, mas é tratado como não-membro para produtos agrícolas.
Moeda: euro.
PIB (paridade pelo poder de compra): US$ 1,9 bilhões (2003 estimado).
PIB per capita (paridade pelo poder de compra): US$ 26.800 (2003). Taxa de crescimento do PIB: 2 % (2003, estimado).
Taxa de desemprego: 0 % (1996).
Nome: Principado de Andorra. Em catalão: Principat d'Andorra. Em inglês: Principality of Andorra.
Capital: Andorra la Vella.
Tipo de governo: Democracia parlamentar, desde março de 1993. Mantém como chefes de estado a co-principalidade, sendo que os dois príncipes são o presidente da França e o bispo de Seo de Urgel, da Espanha.
Divisões administrativas: 7 paróquias: Andorra la Vella, Canillo, Encamp, La Massana, Escaldes-Engordany, Ordino, Sant Julia de Loria .
Relevo: montanhoso com vales estreitos.
Área total: 468 km².
Ponto mais alto: Coma Pedrosa, com 2.946 m.
Clima: temperado, com invernos frios e neve, e verões secos e quente.
Com tudo isso ainda é palco de uma das mais legais etapas de DH Mundial, atletas do mundo todo migram pra la para ver e participar do espetacúlo.
2008:
Este ano passado uma façanha, em Vallnord, Andorra; Downhill WC, a família Atherton não poderia ter imaginado uma melhor Copa do Mundo. Após a vitória de Dan no 4-Cross, irmãos Gee e Rachel no DH. É uma família em primeiro lugar na história da Copa do Mundo e para fechar Rachel Atherton também aproveitou a oportunidade para assumir a liderança no ranking Mundial.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Specialized: 35 anos


Há 35 anos, o fundador e atual presidente da Specialized, Mike Sinyard, começou a empresa com três coisas – paixão por pedalar, espírito empreendedor e uma boa parceria com lojas de bicicleta. Desde então esses três elementos tem sido os pilares de cada conquista de sucesso da marca Specialized. Podemos dizer que Mike começou a Specialized por acaso. Na verdade, ele era um jovem aficionado por bikes que amava pedalar. Em 1974, motivado por sua paixão por bicicletas, Mike vendeu sua Kombi para financiar um tour pela Europa, em cima de sua bicicleta. Pedalou de Norte a Sul e, ao hospedar-se num albergue na Itália, conheceu uma senhora que tinha contato com o famoso fabricante de componentes, Cino Cinelli. Farejando uma oportunidade de negócios, convenceu a senhora a conseguir um encontro com Cinelli. Ele marcou a reunião e no encontro, propôs ser o importador e representante da marca nos EUA. Com o negócio fechado, Mike voltou para a Califórnia e visitou diversas lojas na região de São Francisco pedalando (pois havia vendido seu carro) e tirando pedidos com pagamento antecipado, dos componentes italianos. Ao receber a mercadoria, ele voltou a visitar as lojas para entregar os pedidos, carregando as peças numa carreta puxada por ele na bicicleta. Sem a confiança e parceria desses lojistas, a Specialized nunca teria decolado.
A bike da foto será usada na temporada de 2009 pelo Bi- Campeão de Down Hill Sam Hill, categoria que a marca tbm vem se destacando.

A história do mundo das bicicletas nunca mais foi a mesma a partir de 1974. A Specialized foi fundada por Mike Sinyard com uma missiva: “Oferecer a toda a gente a melhor bicicleta das suas vidas.”

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

San Roch


A Cidade ( 1ª Parte)

São Roque foi fundada em 16 de Agosto de 1657, pelo nobre capitão paulista Pedro Vaz de Barros, que pertenceu a uma velha linhagem de bandeirantes, e também era conhecido como Vaz Guaçu "O grande". Homem religioso, resolveu batizar suas terras com o nome do santo de sua devoção.
"O Santo"
Não existem grandes certezas sobre a vida de São Roque, permanecendo a maior partes dos seus dados bibliográficos envolvidos em mistério. Até o seu verdadeiro nome é desconhecido, já que Roch (aportuguesado para Roque) seria o seu nome de família e não o nome de baptismo (está documentada a existência no século XII de uma família com aquele apelido na cidade).
Embora haja considerável variação nas datas apontadas para o seu nascimento e morte (consoante os hagiógrafos, a data de nascimento varia de 1295 a 1350; a da morte de 1327 a 1390), Roque terá nascido em Montpellier, França, por volta de 1350, e falecido na mesma cidade em 1379 (embora outra versão da sua biografia o dê como morto naquele mesmo ano, mas na Lombardia. Sabe-se contudo que terá falecido ainda jovem.
Era filho de um mercador muito rico, cujo nome João, que teria funções governativas na cidade, e de sua mulher Libéria que estava ligada a famílias importantes de Montpellier, sendo herdeiro de uma considerável fortuna.
Diz a lenda que Roque teria nascido com um sinal em forma de cruz avermelhada na pele do peito, o que o predestinaria à santidade. Roque teria ficado órfão de pai e mãe muito jovem, sendo a sua educação confiada a um tio, estudou medicina na sua cidade natal, não concluindo os estudos.

A cidade ( 2ª Parte)

A povoação de São Roque teve início numa fazenda, onde se utilizava mão-de-obra indígena (cerca de 1.200) no cultivo de trigais e vinhedos às margens dos ribeirões Carambeí e Aracaí. Pouco tempo depois, o irmão de Vaz Guaçu, o também capitão Fernão Paes de Barros, fixou-se na região, e ambos construíram capelas em suas terras; o primeiro em honra a São Roque, e o segundo, a Santo Antônio. Na época, as capelas cons-truídas em taipa de pilão, também serviam como parada e pousada das Bandeiras, que desciam o Rio Tietê em busca de ouro e esmeraldas.
Nesse tempo, o transporte era feito, basicamente, por tropas de muares e, conforme o movimento se intensificava, o comércio e a lavoura locais cresciam. Para suprir a mão-de-obra cada vez mais escassa, os lavradores de então recorreram à importaçãode escravos africanos, um reforço que possibilitou à vila ampliar sua lavoura e diversificá-la, com novas culturas como as de milho, cana, café, em pequena escala, entre outras.
Após lento crescimento, o povoado inicial de São Roque foi elevado, em agosto de 1768 a freguesia, do município de Santana de Parnaíba, passando à categoria de vila em 10 de julho de 1832.
Como conseqüência desse crescimento, São Roque recebeu foros de cidade em 22 de abril de 1864. No período entre 1872 e 1875, a cidade obteve alguns melhoramentos importantes, entre os quais afundação da Santa Casa de Misericórdia e a inauguração da Estrada de Ferro Sorocabana.
Posteriormente, por ocasião da Proclamação da República, São Roque ganhou novo impulso, com a chegada expressiva da imigração italiana.
A vinicultura readquiriu sua importância com o emprego de italianos e também de portugueses. Mas somente a partir de 1936, no governo de Salles Oliveira, quando recebeu a cooperação e a assistência técnica da Secretaria da Agricultura, constituiu-se, definitivamente, como uma das principais atividades econômicas do município.
Nas décadas seguintes, os imigrantes utilizaram as enconstas dos morros para formarem vinhedos, depois instalaram suas adegas e trasformaram São Roque na "Terra do Vinho", conhecida em todo o país.
Hoje, São Roque é uma cidade de economia diversificada com atividades no segmento industrial, comercial e na área de serviços. Devido ao seu legado histórico e cultural, à sua exuberante natureza (40% do território do município é coberto por Mata Atlantica), o município foi elevado à condição de Estância Turística em 1990.
Desde então a cidade vem incrementando o seu potencial turístico dispondo de uma estrutura hoteleira abrangente, um roteiro grastrônomico aprazível e aparelhos turísticos que contemplam o turismo rural, ecológico, cultural, de aventura e religioso.
A apenas 54 Km de São Paulo e 415 km de Franca o município está localizado num ponto estratégico entre as rodovias por Raposo Tavares e Castello Branco e de destaca por ser um local com excelente qualidade de vida.
Lá também se encontra o Skipark ( http://www.skipark.com.br/) lugar com restaurante, lanchontes, Pista de Ski, Passeio a Cavalo, Mini Golf, Passeio ecológico e Mountain Bike, especificamente o Kona Park do Brasil com quatro pistas bem legais, DH, Freeride, Four X e Dirt Jump que foi uma das atrações a qual me aproximou da cidade e consequentemente fiz amizades bem legais, pessoas de São Paulo, Rio, São Caetano, São Roque entre outras.
Indo a São Roque não esqueça de visitar o Kona Park (www.konaworld.com.br/bikepark) para que gosta de bike extremo , prato cheio, hoje eles não alugam mais bikes, assim você terá que levar a sua, paga-se 40,00 para o dia todo com direito ao teleférico. Não deixe também dar um rolê nas lojas do centro e lanchar na Sahara, uma lanchonete Arabe que tem pratos deliciosos, destaque para sfira e o kibe, um sabor incrivél...
See you there
Listen to The Dandy Warhols - Boys Better
Foto: Skipark
Marco Chaos

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Exemplo


Impressionante como algumas pessoas são capazes de ultrapassar limites, olhando tudo parece facil, magico e complicado, no caso dos que estão acima da média de acerto, méritos e "poderes", somos grandiosos demais em nossas conclusões e as vezes esquecemos de valorizar algo que esta nascendo, começando, na minha opinião o simples fato de alguem tentar ser algo ao invés de ter, pode ser qualquer coisa, tocar, nadar, correr de bike, skate, motocross o que seja, já acho a pessoa um herói, mostra-se capaz de superar limites, horizontes e criticas dos que ficam ai sentados esperando a vida passar, acumulando bens e sobrevivendo uma vidinha futil, intrigante e pouco interessante. Parabéns a você que acorda cedo trabalha e ainda se presentea com uma diversão qualquer, se sua diversão der frutos, ótimo você fez por merecer, agora se você não é um destaque mundial mas em seu universo é capaz de fazer algo produtivo, parabéns você é mais que um vencedor, é um exemplo!

Ricky Carmichael (foto)
Nasceu em 27 de novembro de 1979, em Clearwater, Flórida) é um ex-profissional de Supercross e motocross, agora transferiu-se para o stock car (NASCAR) desenvolvendo sua carreira como um piloto junto ao Ken Schrader. Embora correndo pro motocross e Supercross e sendo uma das lendas do AMA ele deixou seu nome no topo do MX mundial. Vale lembrar que é amigo de infância de Travis Pastrana que breve falarei um pouco deste mito e insuperavél até o momento no FMX pelas suas manobras e determinação.

Titulos:

1997 AMA 125cc Outdoor National Motocross Champion (Kawasaki)
1998 AMA 125cc East Coast SX Champion (Kawasaki) *Perfect Season: 8-0
1998 AMA 125cc Outdoor National Motocross Champion (Kawasaki)
1999 AMA 125cc Outdoor National Motocross Champion (Kawasaki)
2000 AMA 250cc Outdoor National Motocross Champion (Kawasaki)
2000 U.S. Open of Supercross (Kawasaki)
2000 Motocross des Nations Champion (Team USA) (Kawasaki)
2001 AMA 250cc Supercross Champion (Kawasaki)
2001 AMA 250cc Outdoor National Motocross Champion (Kawasaki)
2001 U.S. Open of Supercross (Honda)
2002 AMA 250cc Supercross Champion (Honda)
2002 AMA 250cc Outdoor National Motocross Champion (Honda) *Perfect Season: 24-0*
2003 AMA 250cc Supercross Champion (Honda)
2003 AMA 250cc Outdoor National Motocross Champion (Honda)
2004 AMA 250cc Outdoor National Motocross Champion (Honda) *Perfect Season: 24-0*
2005 FIM SX1 World Supercross Champion (Suzuki)
2005 AMA 250cc Supercross Champion (Suzuki)
2005 AMA 250cc Outdoor National Motocross Champion (Suzuki)
2005 Motocross des Nations Champion (Team USA) (Suzuki)
2005 U.S. Open of Supercross (Suzuki)
2006 AMA Supercross Champion (Suzuki)
2006 AMA Outdoor National Motocross Champion (Suzuki)
2007 X Games 13 MotoX Gold
2007 Motocross des Nations Champion (Team USA) (Suzuki)
2008 X Games 14 MotoX Step-up Gold
2008 RoseCreek Bmx 1st Anual Creekside Jamboree (Team GT Robinson)

Patrocinios:
Kawasaki (1997-2001)
Honda (2002-2004)
Suzuki (2005-Present)
Fox Racing, Monster Energy, Oakley, Suzuki, Makita e Alpinestars

Listen to Soundgarden - Burden in my head